Todo mundo usa as mãos para contar, e você sabia que existem maneiras diferentes de fazer isso?

Um, dois e três…

Todo mundo usa as mãos para contar, e existem maneiras diferentes de fazer isso…

Contar usando as mãos… aposto que você faz isso quase todo o dia… É uma atividade comum que nem paramos para pensar que existe mais de uma forma de fazê-la. No Brasil, quando vamos contar usando a mão, para montar o número 1 (um) levantamos o dedo indicador, já levantando os dedos indicador e médio, indicamos que queremos dois e assim por diante até estar com a mão toda aberta para demonstrar cinco. Veja a imagem abaixo.

Os japoneses contam da mesma forma que os brasileiros, mas os franceses, não. Na França e em grande parte da Europa, as pessoas começam a contar levantando o polegar para representar o número 1 (um) e o polegar e o dedo indicador para indicar o dois… veja a imagem para entender melhor.

Há vários estudos, mas não se sabe, exatamente, por que isso muda de país para país… algumas teorias , por exemplo, no norte da Europa, que é muito frio, pode ser o costume de começar a contar o número 1 (um) com o polegar levantado e a mão ainda fechada para mantê-las aquecidas. São especulações, agora, descobrir quem realmente inventou essa forma de contar é uma missão impossível…rsrs Veja também nosso vídeo sobre esse assunto.

Smith & Sons

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Dica Imperdível – Filme Amour & Turbulences

Salut, aqui é Cláudia de Cássia. Ça va bien?
 
Vamos a mais uma dica de filme francês pra você. Allons-y?
 
Título original ”Amour & Turbulences “, título em português ” Amor e Turbulência”, produzido em 2013 , por Alexandre Castagnetti com Ludivine Sagnier e Nicolas Bedos nos papéis principais.
 
Dois ex-namorados que não se veem há três anos, desde o trágico término de relacionamento que tiveram, se encontram num voo de 7 horas de Nova York para Paris. Como ironia do destino, Antoine e Julie são obrigados a sentarem juntos durante a viagem. Ambos ficam apavorados com a presença do outro, sem saber o que fazer, Antoine dá uma desculpa qualquer e sai para ligar para Hugo, seu melhor amigo, em busca de ajuda para conseguir lidar com a presença de Julie ao seu lado. Enquanto Julie aproveita para ligar para sua mãe, também em busca de ajuda em relação a presença do ex-namorado. Antoine então, volta decidido a relembrar Julie dos momentos em que os dois estiveram juntos. Enquanto a garota está decidida a passar ao ex uma imagem de que está bem melhor sem tê-lo por perto.
Julie que no começo estava decidida a não trocar nenhuma palavra com Antoine, acaba se vendo obrigada a rever sua decisão ao perceber que o voo poderia ser mais longo do que o esperado. Mas por medo de ter alguma recaída pelo ex, ela inventa estar grávida do atual noivo. Fazendo com que Antoine se sinta bastante incomodado com a situação.
Antoine então começa a relembrar todos os momentos em que eles estiveram juntos, compartilhando as lembranças com outros passageiros do voo. E assim como Antoine, Julie se permite viajar através das memórias e vai lembrando de tudo desde a noite em que conheceu o ex-namorado…
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Agora para saber como termina essa história, você terá que assistir né?…rsrs
 
Uma comédia romântica com uma história divertida e bem contada. Vale a pena ser vista.
 
Se você gostou da dica,  deixe um comentário, e nos conte, também, sobre algum filme francês que você tenha visto e gostado. À très bientôt!

Une bande déssinée – Garfield

Salut! Ça va bien? Eu sou a Cláudia de Cássia e hoje deixo une bande déssinée ou simplesmente BD, ou bédé, as famosas “histórias em quadrinhos”.

Como já explicado em um outro post, uma forma de arte que junta texto e imagens com o objetivo de narrar histórias dos mais variados gêneros e estilos e são, geralmente, publicados em formato de revistas, livros e os mais comuns em tiras nos jornais, como acontece, aqui, no Brasil.

Essa Bande Déssinée do Garfield, o gato mais preguiçoso e com humor ácido do mundo…rsrs

E é mais uma possibilidade pra praticar o seu francês. On y va?


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Versão da Bande Déssinée :” Garfield, você dormi muito! Eu tenho uma doença. Há um nome pra isso! A fobia do movimento. A preguiça!! A angústia de suar”.

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Como melhorar ainda mais o seu hábito de estudar francês?

Salut? Ça va bien?

Como deixar mais eficaz seu hábito de estudar francês?

Você deve manter as mesmas ações todos os dias, para que o seu cérebro identifique esse hábito.

Temos que “influenciar” nosso cérebro para potencializar sua eficácia na execução das atividades diárias.

Podemos realizar, um exercício de “indução mental”, se podemos chamá-lo assim,  todos os dias. Fazê-lo antes de dormir e ao acordar, pois é o momento em que seu cérebro está trabalhando com ondas capazes de influenciar seu inconsciente a seu favor, as coisas ficarão ainda mais fáceis.

Todas as noites antes de dormir pense em seus objetivos de estudo. O porquê de você estar realizando estes estudos. Ter seus objetivos bem definidos. Este exercício pode ser realizado para qualquer objetivo na sua vida, não somente para os estudos.

Quando estiver pensando em seus objetivos, visualize, onde você quer chegar, sinta como será ao completar esse objetivo. Faça essa “mentalização” todas as noites, pouco antes de dormir.

Ao acordar, realize o mesmo exercício, de pensar sobre o motivo de você estar se levantando naquela manhã, os objetivos que você tem. Você pode também verbalizar em voz alta. “ Hoje eu estudarei, hoje é mais um dia para seguir meus objetivos e metas (… diga o seu objetivo) e lembre-se do horário estipulado para o seu estudo de francês, e o quanto está entusiasmado para seguir seus sonhos.

Muitos estudos dizem que tudo que pensamos, expande, então não custa nada testar e ver o que acontece… acredito que você terá excelentes resultados. Allons-y? e bons estudos!

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Um forte abraço e à très bientôt!!

 

Você sabia que no francês os números cardinais são diferentes?

Olá, sou a Cláudia de Cássia, Ça va bien?

Você sabia que no idioma francês há uma forma bem peculiar de escrever os números cardinais?

Apesar de os números serem os mesmos em francês e em português a leitura e escrita de alguns números são bem diferentes. Como já mencionei em um vídeo, aqui, no Pratique Francês.

Podemos dizer que tratam-se de leituras combinadas (somas e multiplicações) e não leituras simples como temos na língua portuguesa. Vamos aos exemplos:

As diferenças começam mesmo nos números 17, 18 e 19.

Temos somas em francês 10+7 = 17 dix-sept

10+8= 18 dix-huit

10+9= 19 dix-neuf

E nos números 70 vemos soma também 60+10 = 70 soixante-dix

Com o número 80 vemos a leitura combinada de multiplicação 4×20=80 quatre-vingt

e no número 90 vemos multiplicação e soma 4×20+10 = 90 quatre-vingt dix

Não é fascinante? Diferenças que fazem a língua francesa mais charmosa do que já é. Junte-se a nós, apaixonados por esse lindo idioma. Allons-y?

Se você gostou, deixe um comentário. Um abraço forte e à très bientôt!

 

História do queijo Roquefort

Olá, hoje falo sobre a história do queijo Roquefort. Allons-y?

O queijo Roquefort é o mais famoso “blue cheese” (queijo azul) do mundo e também chamado de rei dos queijos. Originário da pequena cidade de Roquefort-sur-Soulzon na França, leva esse nome apenas os queijos que tiverem maturação da forma tradicional, nas cavernas do monte Combalou ao sul da França. Nesse ambiente é considerado fundamental e indispensável pela umidade e pela circulação de ar, consideradas ideais.

O Roquefort é produzido com leite cru de ovelha e tem textura consistente e cremosa, casca úmida e sabor acentuado, picante e salgado. A massa do queijo depois de pronta passa por um processo que se chama “piquage”, garantindo as condições para o crescimento dos fungos. Depois de todas as etapas de produção do queijo concluídas, a maturação final deve ser de no mínimo cinco meses.

Na fabricação do queijo Roquefort, são injetados fungos do tipo Penicillium na massa, que passa em seguida por um processo de maturação de três meses, no mínimo. Os fungos são os responsáveis por desenvolver no Roquefort as manchas verde-azuladas de aparência característica. Os fungos são também responsáveis pelo sabor inigualável do Roquefort. Ao contrário do que muitos possam pensar, de acordo com um estudo publicado no site da U.S. Environmental Protection Agency(Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), o uso do fungo Penicillium Roqueforti na fabricação do Queijo Roquefort é seguro e historicamente nunca apresentou efeitos relevantes nocivos à saúde.

É importante salientar que só pode ser denominado “Roquefort” o queijo produzido na região de Roquefort-sur-Soulzon, no sul da França. Existe um controle severo da patente. Por conta do elevado preço do produto, alguns produtores fabricam o queijo “tipo roquefort” aqui no Brasil, que muito se assemelha ao original em sabor e fabricação, mas possui um preço mais acessível.

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Roquefort está localizado no sul da França, em uma região que está a 650 Km de Paris. A localidade de Roquefort tem aproximadamente 800 habitantes, e foi um entreposto comercial, e neste local há um paredão de pedra chamado “chapada de Combalu”. Roquerfort significa rocha forte.

A casa de Roquefort é uma caverna que fica a 15 m abaixo da superfície, na “cave” onde a temperatura é de aproximadamente de 10 ºC, e onde são produzidos de forma artesanal 230.000 Kg de queijo Roquefort por ano.

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Há uma história que um pastor levou seu rebanho para o campo, e como de costume, o seu alimento era um pão com queijo de ovelha. Diz a lenda, que o pastor, deixou o pão com o queijo em uma cave, e saiu atrás de uma bela pastora. Alguns dias após, ao retornar para buscar o pão, observou que o queijo tinha tomado uma coloração azulada em função da presença de um fungo, experimentou o lanche e voilà… um gosto bem peculiar, picante e sem igual… e aí surgiu a receita deste maravilhoso queijo… Diz ainda a lenda, que o pastor trocou a garota pelo queijo…. ; )

Importante, como saborea-lo…rs

É considerado um queijo de mesa, pode ser servido com pão ou acompanhado de nozes e frutas secas. Fica gostoso em saladas com verduras, como radicchio e endívia. Miam…miam…

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Não existe pão francês na França

Olá, eu sou a Cláudia de Cássia, ça va bien? hoje neste post, falo a respeito do pão.

Você sabia que não existe pão francês na França?

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Caso você entre em uma boulangerie (padaria) na França e pedir: -“ um pãozinho francês, por favor?”, você vai encontrar dificuldades…rs

A história do pão francês no Brasil, podemos dizer que começa no início do século XIX quando as grandes elites brasileiras começam a ir para Paris, e querem imitar tudo que tem lá, pois Paris era referência de bons costumes, e um  grande centro Cultural. Na volta, essas famílias abastadas, descreviam para seus padeiros como era o pão na França, na época eles tinham um pão cilíndrico, curto, com casca dourada e miolo branco e macio, uma vez que os pães que tínhamos ,aqui ,no Brasil, eram escuros com uma casca dura, parecido com os pães italianos de antigamente.

Portanto, em tentativas e erros, nasci, aqui, o pão Francês, que é o pãozinho mais popular no Brasil inteiro, que não existe na França, porém o pão mais conhecido e consumido pelos franceses é a baguette, uma espécie de “bengala” que temos aqui no Brasil.

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